
THe 9th of july was like this. You can get their work for free at http://enoughrecords.scene.org/
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Jorge nunes /Ana Saramago
Ps


O passado dia 2 de Julho foi assim… Um grande obrigado às bandas pelas excelentes performances, das quais apresentamos pequenos excertos em baixo.
Traumático Desmame “Pueril incapacidade na aprendizagem por tentativa e erro”
Vysehrad
Eye8soccer

Showcase na A25A do passado dia 25 de Junho. Obrigado a todos os que compareceram. Aqueles que não puderam ir, não sabem o que perderam.

Horário actualizado para a exposição colectiva.
![COLECTIVO SSS em exposição na ASSOCIAÇÃO 25 DE ABRIL
Entre 18 de junho e 16 de Julho, a Galeria da Associação 25 de Abril apresenta uma exposição de artes visuais do colectivo SSS, com Schööuwt [ Jaime Raposo ], Francisco Noá, Guilherme Almeida Ribeiro, e Rita Frazão. O Colectivo SSS dá a conhecer estéticas marginais, alternativas à cultura instituída , através de práticas na linhagem da Low-brow, da Neo-Pop e da Bad Painting.
Ainda no âmbito da colectiva, o espaço vai acolher também concertos / performances às sextas-feiras. Conta com a presença de Bling Projekt (18/06), Zaztraz / VJ_Spetto / Phantazma / Sam Pull (25/06), Traumático Desmame / Vysenhrad / Eye8soccer (02/07), Ps / Jorge Nunes + Ana Saramago (09/07), Zoo Tek/ Aves Migratórias (16/07).
A Galeria da Associação 25 de Abril continua a assumir uma postura inovadora do modelo das galerias de arte e de exposição, entendendo a condição multidisciplinar e transversal da arte contemporânea, ao anular no seu espaço as fronteiras que já não existem entre várias práticas artísticas. Ao reunir abordagens não-convencionais da pintura, da fotografia, da música e da performance , define também uma alternativa ao mercado cultural instituído.](http://24.media.tumblr.com/tumblr_l3wphw0lw91qbdsido1_r1_500.jpg)
COLECTIVO SSS em exposição na ASSOCIAÇÃO 25 DE ABRIL
Entre 18 de junho e 16 de Julho, a Galeria da Associação 25 de Abril apresenta uma exposição de artes visuais do colectivo SSS, com Schööuwt [ Jaime Raposo ], Francisco Noá, Guilherme Almeida Ribeiro, e Rita Frazão. O Colectivo SSS dá a conhecer estéticas marginais, alternativas à cultura instituída , através de práticas na linhagem da Low-brow, da Neo-Pop e da Bad Painting.
Ainda no âmbito da colectiva, o espaço vai acolher também concertos / performances às sextas-feiras. Conta com a presença de Bling Projekt (18/06), Zaztraz / VJ_Spetto / Phantazma / Sam Pull (25/06), Traumático Desmame / Vysenhrad / Eye8soccer (02/07), Ps / Jorge Nunes + Ana Saramago (09/07), Zoo Tek/ Aves Migratórias (16/07).
A Galeria da Associação 25 de Abril continua a assumir uma postura inovadora do modelo das galerias de arte e de exposição, entendendo a condição multidisciplinar e transversal da arte contemporânea, ao anular no seu espaço as fronteiras que já não existem entre várias práticas artísticas. Ao reunir abordagens não-convencionais da pintura, da fotografia, da música e da performance , define também uma alternativa ao mercado cultural instituído.

A presente exposição conta a com a participação de Francisco Noá, Guilherme Ribeiro, Schööuwt (Aka Jaime Raposo) e Rita Frazão.

Francisco Noá
Com um corpo de trabalho desenvolvido na fotografia, instalação, vídeo e desenho, vem aqui apresentar o seu recente trabalho de fotografia. Trabalha na grande maioria dos casos a manipulação da imagem, por meios plásticos ou digitais, servindo-se muitas vezes da apropriação, da citação e da repetição. Tomando a criação como uma das principais problemáticas do seu trabalho, estabelece um caminho ou segue uma linguagem já traçada. O processo sempre catártico e as sua posição enquanto criador de imagens são os motores que dão forma final ao objecto plástico. O novo e o original são questionáveis e questionados. Não existe criação sem herança.
CV (reduzido)
Exposições Colectivas
2010 - Resarte 2009 - Mostra Colectiva; Oficina da Cultura; Almada.
2009 - Cabaré Evoé - Lisboa Portugal
- Actos Isolados - Espaço Av. 211, Avenida da Liberdade, Lisboa
2008 - “On Europe” 1ª Bienal Internacional de artes plásticas de Montijo; Montijo.
- Exposição de finalistas do curso de artes plásticas - pintura da FBAUL; Sociedade Nacional de Belas Artes. Lisboa.
2007 - (Re)presentações - Colectiva de professores e alunos da FBAUL. Fábrica de Braço de Prata. Lisboa.
- Exposição de Finalistas de Desenho da FBAUL; Sociedade Nacional de Belas Artes. Lisboa.
Exposições individuais
2009 - Stars Aligned - Academia Problemática e Obscura, Cooperativa cultural Prima Folia; Setúbal.
- Your guts are like mine - Biblioteca Municipal de Setúbal, Setúbal.
Prémios e Distinções
- Menção honrosa “Resarte 2009”
- 1º Prémio “Resarte 2008”
Colecções
- Museu de Setúbal.
- Cooperativa cultural Prima Folia.
- Casa do Gaiato.
Mais info:
http://n1lillustration.tumblr.com/

Guilherme Almeida Ribeiro
“THE KEY TO MAKING GREAT ART IS ALL IN THE COMPOSITION” Banksy.
Vivendo nós num mundo exausto de publicidade em que, a promiscuidade é óbvia, a minha sensível percepção das ruas de Lisboa e do mundo chega a conclusões da textura e da sobreposição de temas, materiais e funções. A fronteira do finito com o intemporal torna-se numa obra para todos feita por alguns. A vaguear por ruas vitimas do “bombing”, do “stikering”, do “street art” da poluição, da não habitação e da falta de cuidados em massa. Locais vivos e mortos onde não se distinguem portas de paredes, ombreiras de janelas. É uma experiência rica em cor texturas e na aproximação, no “zoom”, no tacto existem momentos de composição e sublime beleza rítmica, fantástica. Bem-vindos aos caos.
A matéria encontro na rua… a falta de meios, de apoios, estabilidade monetária e geográfica moldou a minha técnica de expressão plástica e fez-me acreditar na pintura como a única maneira de ser competente, e sobretudo feliz. A minha matéria existe no meio como produto dos seus excessos. A imagem, a informação, a cor, a espessura e textura dos materiais. A sua significação e a sobreposição são temas. Faço uso daquilo que já foi usado. Respigo. A minha obra é o próprio processo. A minha obra tem desperdício logo é viciosa e infinita. É como a árvore que desde que nasce até se transformar em porta, pode já por si estar ligada por uma outra árvore nessa porta, até ser respigada e recomeçar todo um outro processo de “layerização”.
A risca não tem fim; a risca indica direcções e limita; cria plana. Uma risca precisa sempre de mais outra risca. Este processo artístico é espontaneamente provocado. Eu crio a confusão, a partir do confronto do eu autor-criador, mas também criado (produto) com as matérias e materiais. Tintas, suporte e diversos elementos que aplico e compõem a minha obra são respeitados e admirada a sua proveniência.
É o encontro da minha memória com a memória do suporte e a memória de materiais circundantes recolhidos. Renego a tela branca. Livrando-me de todos os ensinamentos subliminarmente, tentando manter a pureza das formas, consciência de efeitos cromáticos e de casamentos entre mediums. Escravo da fita-cola, crio limites.
Dentro de uma temática e cromática “pop” de super heróis sem propósito, num mundo onde a alquimia da fotografia e outras expressões têm agora o acesso de qualquer um, nesta terceira modernidade. A obra aqui apresentada é uma unidade num infinito. É um excerto de uma obra maior.
CV (selecção):
Individuais:
2010 - Pintura, Casual Lounge Caffé, Lisboa.
2009 - Pintura, Bar Incógnito, Lisboa.
2008 - Pintura, Bar 2good, Lisboa.
2005 - Electro Porno Pop II, Bar Incógnito, Lisboa.
2005 - Electro Porno Pop I, Restaurante Com Alma, Lisboa.
2000 - Pintura, Discoteca Estaleiro, Venda-Nova.
Colectivas:
2005 - Galeria das Salgadeiras, Lisboa.
2005 - Vila Sol, Algarve.
1999 - Galeria Grade, Aveiro.
Schööuwt (Jaime Raposo)
A linguagem em Schööuwt resulta de uma assimilação de várias áreas de produção de imagem. Cruza as práticas da pintura tradicional, do desenho figurativo, da ilustração e do design gráfico, pintura e impressão digital resultando num todo pictórico. Este cruzamento de meios sublinha o leit-motiv das peças: da mesma forma que diversos meios encontram-se numa relação tensa, todos os elementos de composição relacionam-se num oxímoro totalizado.
Assim a estructura da composição é desenhada entre simetria e assimetria, a palete preenchida de tons naturalistas com tons artificiais, acídos, pop e venenosos. As categorias estéticas encontram-se indistintas, anulando-se a oposição de pólos opostos, criando uma dinâmica de relatividade em cada signo e sublinhando o non-sense e o absurdo como força criadora.
Selected group and solo shows:
2010 - “Schööuwt Jaime Raposo”, solo show at 48 Stunden Neukölln (Berlin, Germany)
2009 – “Actos Isolados”, Group Show at Av. Liberdade 211 (Lisbon, Portugal)
2008 – “BEUYS: Die Revolution sind wir”, Group show at Hamburger Bahnhof (Berlin, Germany)
2007 – Group show at 13ª Expo. Internacional das Vendas Novas (Vendas Novas, Portugal)
– Solo Show at Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação (Lisboa, Portugal)
2006 – Group show at Exposição de finalistas da FBAUL (Lisboa, Portugal)
- Group show at 12ª Expo. Internacional das Vendas Novas (Vendas Novas, Portugal)
– Group show at Casino Estoril Gallery (Estoril, Portugal)
2003 – Solo show at Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Univ. Nova (Lisboa, Portugal)

Rita Frazão
RETRATOS PERIFÉRICOS
Quanto de mim sou eu
Quanto do eu és tu
Quanto de ti somos nós
Interessa-me desmultiplicar as facetas, ou faces de um mesmo objecto – a pessoa, o eu.
Estes retratos partem não só da minha auto-representação como de textos escritos (por pessoas chave na minha vida) para cada uma de palavras-título das peças, incorporando nestas, identidades de outros que passaram a fazer parte de mim. Sou o eu e o outro fora de mim. São Retratos Periféricos.
CV (selecionado)
_Colectivas
2010
Bad Mary para the River People Publications, Londres.
2009
The cure for pain, para Revista Bíblia, Lisboa.
Trópicos, Galeria 59, Lisboa.
Dancing Life video para Hinterland, Galerie Patrick Ebensperger, Graz.
2008
Opening, Galeria 59, Lisboa.
_Individuais
2007
Desenhos no festival Estoril Jazz.
Desenho para Hermeto Pascoal em http://www.hermetopascoal.com.br/
2005
My song is you, Festival de Jazz de Loulé.
Gualdino Barros, foto publicada na Revista Grande Reportagem.
2003
Desenhos de música para o Jornal o Algarve.

BLING PROJEKT
“Bling Projekt é um grupo de cinco musicos que se juntaram para fundir a orgânica e a electrónica da música contemporânea em palco. Entre o scratch e a guitarra soul, linhas de baixo bem gordas e teclados de tom moog, samples e bateria com um toque funk e experimental.”

3LIVE! ZAZTRAZ vs VJ_SPETTO vs PHANTAZMA
Três produtores independentes de musica electronica que vivem tocando para as massas..”Dark Broken Beats, Breakcore, Hard music, Tecnho and the Force!”.

PHANTAZMA, é produtor de e-music, teve suas trilhas brilhando em CANNES 2007. Responsável por agitar a noite paulistana, seu som é auto intitulado ‘DARKBEATZ’ que mistura techno com breakbeat e industrial/electro. Do minimal ao maximal podem ser conferidos em suas músicas baixos alucinantes, obscuros e baterias skizofrênicas. O seu live é composto por máquinas analógicas e valvuladas, com muitos vocoder, distorções e efeitos nos vocais, o ambiente punk e incrivelmente aterrorisante fica completo com as máscaras robóticas com microfones acoplados usado em suas performances. Medo!

VJ SPETTO tem experiência nos principais festivais de arte eletrônica no Brasil e Exterior. Recentemente o público vibrou no Southbank Centre de Londres, em La Paz, e com o seu VideoMapping num edifício de Gustave Eiffel. Dono de um estilo único, bem humorado, procura trazer um pouco de fábula para a pista de dança. Seu sentido apurado com sua sincronicidade de assuntos e imagens atiça o público a participar e divertir-se com suas videoperformances.
ZAZTRAZ é um artesão industrial que experimenta à anos com todo o tipo de artefactos para levar a cabo as suas teorias sobre o ruído interativo… Ele criou um live P.A, com o qual já tocou em mais de 10 Países. Utiliza Joysticks e controladores de Videogames para produzir quantidades extremas de ruídos e samplers que ao vivo são mixados com noise experimental e muita ação no bombo! Ele é a parte mais interativa da banda, gerando e distorcendo o seu ataque audiovisual com interfaces exclusivas que entrega ao público e o enlouquece.

TRAUMÁTICO DESMAME
TRAUMÁTICO DESMAME nasceu numa sexta feira 13 de Abril de 2007. Foi no bairro dos Anjos, Lisboa, na festa de lançamento da X.U.P.A. (Xth Uselesss Poorductions Anniversary), a partir do convite de alguém que queria ser artista, feito a um músico decente e a um miúdo barbudo. Três personagens essas que na altura andavam a perder tempo com bandas que ninguém conhecia (DSM DCLXVI, KROMLEQS, STRIP MY DOG) e que haviam participado na dita cuja compilação. O nome, surgiu de uma anástrofe freudiana a partir de um trocadilho uma tímida vénia a bandas portuguesas, corajosas por (ab)usarem (d)a língua pessoana…
TRAUMÁTICO DESMAME quer tocar lento, pesado e fodido que chegue, sempre improvisado. Simulando uma refeição de sushi de cisne, rodeados daquele conforto austral do novo mundo. Niilistas, os ensaios são muito (mas muito) melhores que os concertos, porque tal como nos diz aquele ditado confuciano: não está lá ninguém para nos ouvir. As letras se existisse seriam sobre várias maleitas decorrentes ao longo da vida de um infortunado ser humano, do parto ao óbito. Ao vivo apresentam-se sempre às escuras, com suporte visual em vídeo projectando, uma cortesia ELEMENTO DECORATIVO, imagens retiradas das obras de Elem Klimov, João Pedro Rodrigues, Mel Gibson, Ruggero Deodato, Alexandro Jodorowsky, Tod Browning ou José Mojica Morins…
TRAUMÁTICO DESMAME já lubrificou (ou ludibriou?) audiências para ilustres e humildes como MONARCH, GREY DATURAS, BLACKLODGE, ANGELDUST, MEAN MOTION, DECAYED, AGNOSIA, NAMEK, JOSUÉ O SALVADOR EM BUSCA DA PERDIÇÃO, LOBSTER, BLACK BOMBAIM, PRESIDENTE DROGADO, SATNORTE, BARCOS, GRUPO CORAL ALENTEJANO UNIDOS DO LAVRADIO, EYE8SOCCER, BESTA BODE, MAMEDE, NINJAS… mas até hoje nunca ninguém se queixou ao sindicato do ruído. Já tocámos em aniversários (USELESS POORDUCTIONS), casamentos (HIBERICA & NEXT HORIZON), funerais (FISH & SHEEP) e até em festas de natal (FILHO ÚNICO) mas ser eclético não é ser politicamente correcto. Era suposto só ter havido um concerto mas já vamos para o décimo quarto. Esperemos que seja o último…
http://www.myspace.com/traumaticodesmame

VYSEHRAD
Vysehrad é um projecto criado por João Pinheiro em 2007.
O que começou por ser um projecto dedicado a sons ambientais mais abstractos, com o passar do tempo foi-se tornando menos atonal e dando lugar a um som mais cinematico e envolvente e com atenção a algo que não é comum na música ambiente: o ritmo.
Através das atmosferas criadas por meios sonoros, tentam-se evocar imagens mentais e que sejam diferentes para cada pessoa que ouça.
O projecto tem um trabalho editado na netlabel Enough Records e estão a ser trabalhadas novas faixas para um lançamento futuro.
http://www.myspace.com/vysehrad

EYE8SOCCER
EYE 8 SOCCER é um projecto conceptual de noise todo ele construído a partir de excertos de relatos de futebol, retirados da rádio ou da televisão, manipulados até à exaustão: ora relatos de Jorge Perestrelo ou Gabriel Alves ora relatos em árabe do Portugal - Marrocos (Mundial México 1986) ou em grego do Portugal - Grécia (Europeu Portugal 2004).
EYE 8 SOCCER nasceu na ressaca da derrota na final da Luz em 2004, numa tentativa de convidar a sociedade a reflectir sobre o excesso de atenção e investimento de energias neste tipo de desporto, de eventos e dos seus intérpretes e personagens: jogadores, treinadores, presidentes ou árbitros.
EYE 8 SOCCER, o nome, é uma óbvia homenagem a EYEHATEGOD de New Orleans, o seu logotipo uma hermética reverência a ANAL CUNT de Boston, o seu som uma tentativa de imitar MERZBOW de Tokyo. A palavra soccer e não football lembra uma tentativa de atravessar o Atlântico, onde o ódio a este desporto sempre foi uma moda e, felizmente, bem disseminada.
EYE8SOCCER lançou em 2006 o mini CDR “Total Fucking Drawkness” pela editora LOVERS & LOLLYPOPS. mas tem também disponíveis temas em compilações várias como: “XUPA: X Useless Poorductions Anniversary” 2007, “Thisagree & Shadow - Entulho Informativo 4” 2007 e “Falésia 2” 2008.
EYE8SOCCER já se apresentou ao vivo, acompanhando vários e inconformados artistas em eventos como: a Feira Laica & Samizdata no Espaço Espaço de Lisboa em 2007; o Outfest no Auditório Municipal Augusto Cabrita no Barreiro em 2007; Bracara Extreme Fest na Junta Freguesia de Panóias em Braga 2007; Elektrokution Ignite em São Lourenço, Azeitão 2007; Novas Cantigas de Julho na Casa Viva do Porto 2007; no Espaço Animar na Praia da Areia Branca da Lourinhã 2008; ou no Concerto de Apresentação da Colectânea Falésia 2 na Fábrica do Som do Porto em 2008, que, por sinal terá sido a sua última actuação oficial. EYE8SOCCER quer lembrar a todos que há vida e morte para lá do futebol.

Ps
Ps é pseudónimo de Filipe Cruz, engenheiro informático de profissão, experimentalista digital por opção. Activo à mais de uma década na demoscene, uma subcultura de arte digital orientada à programação de gráficos renderizados em tempo real. Explorador do dark ambient etéreo, drone, glitch, noise, illbient e outras sonoridades industriais. Patrão da primeira netlabel Portuguesa, a Enough Records.
http://www.myspace.com/psenough

Jorge Nunes / Vj Ana Saramago
Nascido do e para o rock, com experiências vividas na bateria de projectos como New Connection e Coty Cream, há já algum tempo que Jorge Nunes se tem deixado levar para outros terreiros sonoros. São eirados do experimentalismo e do improviso - de estúdio e ao vivo - onde faz uso de todo e qualquer cangalho para a criação dos mais diversos ambientes electroacústicos. Outros dirão bizarro. Com maior ou menor complexidade, aplicando com originalidade os princípios da escrita automática de Kerouac à sua música, Jorge Nunes privilegia não só o som como o não-som, ou melhor, o silêncio, a forma como este perspectiva a paisagem e deixa espaço para distinguir o que nos é dado a imaginar: mensagem; uma complexidade; a perplexidade que se mantém. Rui Dinis, “A Trompa”
Mais recentemente, Jorge Nunes associou-se à fotógrafa Ana Saramago, na produção de instalações sonoras, que associam a manipulação de objectos aos ambientes intimistas e surrealistas das imagens. Improvisos a dois, viagens pelos universos sonoro e visual.